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O mundo em um único lugar

Soluções para o Mercado Internacional

Te ajudamos a realizar seus sonhos

POR QUE A BM3 Market Solutions?

“Somos uma Trading Company que pode levar ou trazer o mundo até você.”

Integrando um Grupo com mais de 28 anos de experiência, somos especialistas em Comércio Exterior e atuamos na gestão operacional, logística e no desenvolvimento de novos produtos. Utilizamos nosso ecossistema de parceiros para estender aos nossos clientes todas as vantagens conquistadas nestes vários anos de negócios internacionais.

IMPORTAÇÃO

Oferecemos uma estrutura robusta que atende importações de todo o tipo, complexidade e sofisticação. Visando maior agilidade e segurança nas operações, nosso time cuida dos processos do início ao fim, empregando um planejamento detalhado em cada etapa, sempre com a máxima transparência. Ah, e além de todas essas vantagens, você ainda tem seu custo reduzido.

ASSESSORIA

Somos a sua solução completa nos procedimentos de Trading. Aqui você tem à disposição não só a experiência do nosso time interno, mas também o amplo know how de todo o Ecossistema BM3, formado por especialistas das áreas jurídica, aduaneira, financeira, cambial, entre outras do comércio internacional. Precisa de regimes especiais, MAPA, ANVISA e INMETRO? Deixa com a gente!

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UM POUCO SOBRE NÓS

A BM3 Market Solutions integra o conglomerado empresarial Grupo Soul, juntamente com as empresas INNEO Brasil, Neolar Decor, Soulpack Embalagens e Vabene. Além de atender seu próprio grupo, a BM3 se consolida como uma Trading de grande expertise em diversos segmentos. Para trazer a melhor solução em comércio exterior possuímos também três escritórios internacionais, localizados em pontos estratégicos da China, onde o principal foco é o desenvolvimento de produtos e fornecedores.

Exportação brasileira de rochas ornamentais aumentam

Entre os estados brasileiros com maior representatividade nas exportações nacionais, o Espírito Santo ficou em primeiro lugar, com 89,4% de exportações

No primeiro trimestre de 2021, a exportação brasileira de rochas ornamentais teve um aumento de 7,98% referente ao mesmo período no ano passado. Isso gerou um acumulado de US$ 281 milhões em faturamento. A comercialização de chapas de granito foi destaque no período com alta de 62,2%, totalizando US$ 176,4 milhões enviados para fora do país, em especial aos Estados Unidos.

Os EUA que por sinal absorveu 72,5% de toda exportação nacional de materiais acabados. Os dados foram divulgados pelo Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas). Esta entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levou 73 empresas do segmento para a Converings, maior feira de revestimento na América do Norte.

O 1º trimestre de 2022 também trouxe outro destaque: a evolução do preço médio dos materiais brasileiros, que teve aumento de 9,5% em relação ao 1º trimestre de 2021. Segundo o presidente do Centrorochas, Tales Machado, a resiliência das indústrias foi importante no período. “As empresas do setor de rochas mostraram seu poder de reação frente a essa nova realidade do mercado internacional com grande variação cambial e oscilações frequentes no preço dos fretes marítimos”, alertou.

Maiores estados exportadores

Entre os estados brasileiros com maior representatividade nas exportações nacionais, o Espírito Santo ficou em primeiro lugar, com 89,4% de exportações. Seguido pelos estados de Minas Gerais (11,8%) e Ceará (3,9%).

Para maiores informações sobre importação e exportação, a BM3 tem a melhor solução para você. Entre em contato conosco.

Fonte: CentroRochas

ESPECIAL PAÍSES: ESTADOS UNIDOS

Foi totalizado US$ 19,028 bilhões em exportações e importações entre Brasil e EUA nos primeiros três meses de 2022

Por muitos anos os Estados Unidos foi um dos principais parceiros comerciais do Brasil, porém nos últimos anos perdeu essa posição para a China. De qualquer forma, continua sendo extremamente importante para a economia brasileira. A exemplo disso podemos ver o primeiro trimestre de 2022 onde a relação comercial entre os dois países alcançou recordes históricos.

Foi totalizado US$ 19,028 bilhões em exportações e importações nos primeiros três meses do ano. O Brasil exportou bens no total de US$ 7,593 bilhões (com uma alta de 35,9% comparado ao mesmo período de 2021) e importou US$ 11,434 bilhões em produtos americanos (variação de +43,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado).

A balança comercial proporcionou aos Estados Unidos um superávit no valor de US$ 3,84 bilhões. Os dados constam do Monitor do Comércio Brasil-EUA elaborado pela Amcham Brasil.

As exportações brasileiras cresceram 35,9%, atingindo o valor inédito de US$ 7,6 bilhões no trimestre, alavancadas pelos embarques de produtos semi acabados: lingotes (US$ 1,030 bilhão); petróleo (US$ 843 milhões); café não torrado (US$ 453 milhões); ferro gusa (US$ 283 milhões); e madeira parcialmente trabalhada (US$ 268 milhões).

Do lado americano, o grande destaque foi o aumento de 263,9% nas importações de gás natural.

Os principais produtos exportados pelos Estados Unidos para o Brasil foram óleos combustíveis (US$ 2,1 bilhões); gás natural (US$ 2,1 bilhões); motores e máquinas não-elétricos (US$ 1,007 bilhão); demais produtos da indústria de transformação (US$ 411 milhões) e carvão (US$ 373 milhões).

Relação Brasil/EUA

O governo americano foi um dos primeiros a reconhecer a independência brasileira em 1824. Na primeira metade do século 20, o comércio entre os dois era o mais importante para a economia brasileira. Mas com a diversificação do comércio exterior, e destinos e produtos, a relação diminuiu sua importância.

De políticas que privilegiavam o alinhamento automático e o estabelecimento de preferências comerciais em relação aos Estados Unidos, o Brasil passou, gradativamente, para uma posição de busca por maior autonomia em relação aos norte-americanos.

Fonte: Amcham Brasil

Receita simplifica informações aduaneiras

Medida também disciplina o envio de eventos pelos intervenientes que operam em locais ou recintos alfandegados ou autorizados a operar com mercadorias sob controle aduaneiro.

A Receita Federal deu mais um passo em direção à simplificação e à modernização no controle aduaneiro, em benefício de todos aqueles que atuam como intervenientes do comércio exterior. A medida está prevista na Portaria Coana nº 72, de 12 de abril de 2022, que trata de forma detalhada dos requisitos relativos ao registro e armazenamento de informações das operações de entrada e saída de pessoas e veículos, movimentação de carga e armazenamento de mercadorias ocorridas em local ou recinto alfandegado no Sistema Informatizado de Controle Aduaneiro (Sica). 

A portaria ainda especifica como se dará o envio de eventos à aplicação denominada API-Recintos do Portal Único de Comércio Exterior no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Portal Siscomex) pelos intervenientes que operam em locais ou recintos alfandegados ou autorizados a operar com mercadorias sob controle aduaneiro.

Dentre os benefícios trazidos pelo Módulo Recintos no Portal Siscomex estão a existência de um gateway único para o envio de dados para a Receita Federal, com redução da quantidade de dados para envio; o gerenciamento de risco unificado, e o monitoramento em tempo real das operações.

O coordenador-geral de Administração Aduaneira da Receita Federal, Jackson Aluir Corbari, explica que a norma cria um novo paradigma para o controle aduaneiro das operações realizadas em recintos, materializada na simplificação da prestação de informações e relatórios, na eliminação de auditorias anuais e obrigatórias em sistemas por empresas de perícias e na simplificação e atualização da infraestrutura e de equipamentos requeridos para o controle, dentre outros benefícios. A partir da publicação da Portaria RFB nº 143/2022 e da IN RFB nº 2.064/2022, dispensou-se a obrigatoriedade da avaliação anual do sistema informatizado dos recintos, uma vez que os dados agora passam a ser encaminhados para uma base nacional.

Corbari lembra ainda que a Portaria RFB nº 143/2022 estabeleceu novas regras para procedimentos de alfandegamento, como o aperfeiçoamento dos controles físicos, a verificação das mercadorias – inclusive de forma remota – e o monitoramento, a adequação e a manutenção dos requisitos técnicos e operacionais aplicáveis ao recinto durante todo o período do alfandegamento.

Fonte: Ministério da Economia

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